Public-i, especialistas em Live Streaming

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Public-i, especialistas em webcasting

Como se faz um webcasting?

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O local onde será realizado o webcast é equipado com uma ou mais webcams Public-i ou mesmo com câmaras que existam no local, desde que exista compatibilidade. As câmaras estão associadas ao software Public-i que codifica o sinal de vídeo para que este possa ser transmitido como dados via internet.

A par da imagem dos oradores pode ser disponibilizada informação contextual, documentos de suporte, hiperligações e apresentações as quais asseguram que o internauta consegue entender o que está a ver durante a transmissão.

 

O local onde será realizado o webcast é equipado com uma ou mais webcams Public-i ou mesmo com câmaras que existam no local, desde que exista compatibilidade. As câmaras estão associadas ao software Public-i que codifica o sinal de vídeo para que este possa ser transmitido como dados via internet.

A par da imagem dos oradores pode ser disponibilizada informação contextual, documentos de suporte, hiperligações e apresentações as quais asseguram que o internauta consegue entender o que está a ver durante a transmissão. Todo este conteúdo de valor acrescentado, é hoje possível sem ser necessário despender tempo ou recursos em tarefas de pós-produção tais como a edição de vídeo.

Destacamos como relevante o facto de a Public-i não só disponibilizar o “streaming” de vídeo como também o sincronizar com o nome dos oradores, deste modo damos o devido protagonismo ao orador. A Public-i também disponibiliza um sistema sofisticado de indexação que lhe permite ir directamente aos conteúdos que lhe interessam com um simples click.

Com o nosso equipamento e software desenhado especificamente para o efeito, qualquer técnico da sua empresa pode fazer webcasts de qualidade profissional podendo gerar transmissões de vídeo perfeitas, com alta definição e sem o risco de congelamentos de imagem.

Actualizado em Terça, 15 Junho 2010 12:59
 

Stimulus funds, transparency and public trust

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 Damos hoje a conhecer alguns excertos do estudo realizado pelas Nações Unidas, “E-Government Survey 2010”.


“The capacity to convey transparency is within the reach of, if not all, most national governments around the world. Moreover, there is growing evidence that the provision of transparency – and the use of  e-government tools to support it – constitutes an approach wherein the initial investments required are  quickly offset by the outcomes generated, such as increased savings and enhanced public trust.
Third parties can play an important role in the co-provision of services of high public value by deploying technologies in a manner that is Creative and innovative.”


“Interactive ICT (Information and communications technology) tools have proven to be an effective means for policy makers to identify the needs, demands and preferences of citizens. However, it is not sufficient to simply create of ICT-mediated channels of communication between governments and citizens. It is essential to identify users’ needs, be it for the design of new e-government services or for the allocation of resources. This implies not only creating channels to give a voice to citizens, but also creating the means to listen to the citizens and to provide them with meaningful responses.”

Poderá consultar o estudo na integra em, United Nations E-Government Survey 2010.

 

 Fonte: United Nations E-Government Survey 2010

Actualizado em Sexta, 21 Maio 2010 10:28
 

Webcast do Congresso da ANMP

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 O webcast do congresso da ANMP já se encontra disponível para ser visto em diferido no seguinte endereço http://www.anmp.public-i.tv/site/

 

 Obtivemos da parte dos internautas feedback que nos deixou bastante satisfeitos com este webcast:

  "Amei!"

" excelente"

" Interessantissimo. Parabéns para toda a equipa que concebeu e concretiza este projecto permitindo, deste modo, acompanhar o Congresso a quem por motivos diversos não pode estar presente. "

Actualizado em Sexta, 18 Dezembro 2009 11:10
 

O despertar para as tecnologias de informação

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O Jornal de Notícias públicou um artigo bastante interessante, onde é feita referência a formas emergentes de participação dos cidadãos na vida política. Apesar de não fazer menção explícita ao webcasting como forma de comunicação com o cidadão, dada a relevância dada ás tecnologias de informação no contexto político actual , achámos relevante expôr aqui um excerto do artigo:

Formas emergentes de participação

"André Freire, do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do ISCTE, defende que "a participação política não enquadrada partidariamente exige mais recursos (tempo, dinheiro e conhecimento) e, por isso, gera desigualdades".

Manuel Meirinho recorda que "a nossa densidade de pertença a organizações é fraca, sobretudo nas mais tradicionais", como sejam os sindicatos, partidos políticos ou Organizações Não Governamentais, entre outras, "mas não estamos muito longe do que acontece com as restantes democracias consolidadas". E acrescenta: "Não deixamos de ser uma sociedade dinâmica, mas o envolvimento do cidadão na intervenção política é pontual". O politólogo sublinha, no entanto, que "com as novas tecnologias (redes sociais e blogues, por exemplo), os cidadãos têm mais poder". "É a lógica mediática das sociedades contemporâneas", sublinha.

"Cada vez mais pessoas recorrem a estas formas emergentes de participação política, que são centradas em acções específicas e menos duradouras, do que num sindicato ou partido político", refere Inês Menezes, que considera que "há maior abertura e maior escuta por parte do poder político" no que diz respeito a estas formas emergentes de participação dos cidadãos na vida política."

 Fonte: Jornal de Notícias

Actualizado em Quarta, 14 Abril 2010 11:53
 

Participação Cívica - Enpowerment Cívico

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Interessantissimo este artigo do jornal Público que destaca o chamado "empowerment" cívico.

Uma das formas de participação cidadã que Portugal tem vindo a adoptar é o orçamento participativo, o artigo destaca a importância da participação do cidadão e os benefícios que são conseguidos quando há envolvimento de uma comunidade. Deixamos aqui um excerto do artigo...

"Orçamento participativo

A criação, na autarquia, de um pelouro do associativismo e da participação cívica é outra sugestão do investigador, que pensa que há ainda muitas competências a descentralizar, nomeadamente em matérias como o orçamento participativo. Este mecanismo cria a possibilidade de serem os cidadãos a decidir onde gastar parte das verbas da autarquia. Lisboa usou-o pela primeira vez em 2009, e a votação para as prioridades a eleger em 2010 começou segunda-feira. Outras autarquias do país também aderiram a este mecanismo. Mas é possível aprofundá-lo, fazendo-o descer à escala das freguesias ou de agrupamentos de freguesias.

"Carnide é, desse ponto de vista, uma freguesia exemplar. As três centenas de sapatos que, por estes dias, se acumulam defronte da junta são disso prova: este ano, o presidente desta autarquia local, o comunista Paulo Quaresma, pediu aos habitantes e às instituições da freguesia - sejam centros de saúde ou esquadras - que lhe fizessem chegar nesta quadra um sapatinho com um desejo colectivo escrito num postal. Houve quem falasse numa piscina, outros acham que o que faz mesmo falta é um parque infantil. O calçado deu origem a uma exposição de rua. Quanto aos pedidos, pelo menos parte deles serão inscritos no plano de actividades da junta, que, como tem meios escassos, se baterá pela sua concretização junto da câmara.

Paulo Quaresma admite que não é um homem querido do presidente do município, tantas as reclamações que lhe faz chegar: "Sou incómodo."

Este antigo professor primário meteu o mesmo vício no corpo dos moradores de Carnide, a quem pede opinião para tudo e mais alguma coisa. Por isso, quando a câmara se ofereceu para construir uma nova escola na freguesia as suas primeiras palavras foram: "Calma aí, vamos negociar." E as 16 salas de aula inicialmente previstas acabaram afinal por ser acompanhadas de um recreio coberto e de um espaço desportivo que não estavam incluídos no projecto inicial, mas que a população reclamou. Desde 2002, quando assumiu pela primeira vez a presidência da junta, que pratica esta gestão participada: "As pessoas não se podem demitir da intervenção." E os frutos são visíveis: "Nos últimos actos eleitorais a freguesia ficou seis a dez por cento acima da média nacional de afluência às urnas." Há um ano, a junta foi premiada pelo Observatório Internacional de Democracia Participativa por um projecto de promoção da cidadania junto de crianças e jovens. "

 Fonte: Jornal Público

Actualizado em Terça, 23 Março 2010 15:15
 


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    As eleições europeias provocam sempre, e ao contrário do que seria desejável, alguma desilusão entre os europeístas e servem regularmente de pretexto aos seus adversários para atacar o projecto europeu.