Public-i, especialistas em Live Streaming

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Public-i, especialistas em webcasting

Cidadania 2.0

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A Public-i conduz no próximo dia 23 de Novembro o webcast do evento Cidadania 2.0

 

Relação entre os Municipes e o seu Município

A Public-i trabalha no sector público procurando entregar produtos rentáveis e inovadores os quais asseguram a obtenção, através das novas tecnologias de valor democrático e social. A Public-i, em Inglaterra, trabalha neste sector há mais de 10 anos, isto significa que os seus clientes trabalham com tecnologia de vanguarda no que diz respeito a eDemocracia e Redes Sociais – significa que a Public-i cria soluções estratégicas que são rentáveis, fáceis de usar e desenhadas para obter resultados.

Ao optar por envolver o cidadão através de através da internet e redes sociais, está a usar a tecnologia para envolver mais pessoas na chamada democracia local e consegue fazê-lo com um investimento mínimo. Ao adoptar uma estratégia consolidada, pode beneficiar de algumas das mais-valias das Redes Sociais e da eDemocracia. Ao ligar-se aos seus cidadãos online, fica a par com as preocupações emergentes, podendo responder a estas de modo mais efectivo, antes de as preocupações tomarem a proporção de “problemas”.

Acreditamos que, munidos da estratégia certa, podemos fazer uso da tecnologia para alavancar o envolvimento cívico que ajudará a transformar a nossa sociedade, naquele que é o seu percurso democrático.

Isto é mais do que pensamento positivo!

A Public-i liderou comissões de trabalho, pesquisou, participou em discussões e debates, trabalhou com o sector público nacional e internacional, tendo como objectivo último, testar novas estratégias que permitam envolver o cidadão, através do uso de tecnologia.

Assim sendo, se quiser dar os primeiros passos na estratégia de uso de tecnologia para envolver o cidadão ou adoptar uma estratégia de investimento a longo termo – podemos ajudá-lo!

Actualizado em Terça, 30 Novembro 2010 17:13
 

Congresso do Associativismo e Democracia Participativa

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Realiza-se nos próximos dias 13 e 14 de Novembro o "Congresso do Associativismo e Democracia Participativa".
Este evento terá lugar no ISCTE.

http://movimentodoassociativismo.blogspot.com/
http://movimentodoassociativismo.blogspot.com/


"...Conseguirmos, com humildade, realismo e abertura, que deste Congresso saiam Linhas de Orientação para começar uma ampla e efectiva Democracia Participativa, têm sido as nossas preocupações.

Para tal, temos que reconhecer que somos poucos no universo do Associativismo Cidadão e dos Movimentos de Democracia Participativa ainda incipientes e, assim, termos como principal objectivo envolvermo-nos nas realidades reais das nossas Cidadanias. Assumirmos que podemos e devemos ser um ponto de partida para um real Congresso no prazo de um ano.
Daqui, o essencial dos nossos debates e conclusões deverem centrar-se na identificação e clarificação dos passos a dar para termos um Associativismo Activo e Participado que, envolvendo Comunidades de Cidadãos e Instituições Locais, criem e fomentem uma Democracia Participativa alargada, que terá que vir da base ao topo, de baixo para cima."

A Public-i faz votos de que o congresso cumpra as expectativas da organização.
Actualizado em Quarta, 10 Novembro 2010 12:36
 

Democracia Representativa e Democracia Participativa

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 Como é de conhecimento comum, a nossa principal área de actuação prende-se com as Tecnologias de Informação e o modo como estas podem auxiliar entidades na viabilização da democracia participativa.
Os avanços tecnologicos que têm tido um crescimento exponencial, o forte investimento na àrea de tecnologias de informação e as incertezas associadas à crise internacional, criam as condições propícias para que se gere a mudança.
Pede-se hoje ao cidadão que participe, pois, tal como mencionado por manuel Martins Guerreiro, "Quem não conhece não tem liberdade de escolha".

Abaixo citamos o excerto de um trabalho elaborado por Manuel Martins Guerreiro, o qual convidamos desde já a ler na íntegra em http://www.25abril.org/


Importância do Conhecimento e do Saber
Temos que saber pensar, desenvolver o conhecimento, melhorar a informação e exercer a liberdade de opção. Porém, para ter acesso ao conhecimento é necessário adquirir e desenvolver certas capacidades, exercitar o pensamento e evitar que estes direitos fiquem apenas reservados a alguns.
É preciso promover a ligação entre os detentores do conhecimento “não corrompidos” e a população.
É preciso perceber que a prosperidade das empresas e dos empresários não equivale necessariamente à prosperidade da Sociedade e da maioria das pessoas.
Quem não conhece, não sabe ou não está informado, não participa e é facilmente manipulado e conduzido por quem domina a economia e a sociedade.
Quem não conhece não tem liberdade de escolha.
As associações de profissionais das várias actividades têm de alargar os seus fins para além dos objectivos sindicais e corporativos, têm de ser instrumentos de consciencialização das pessoas para a mudança da sociedade no sentido de uma maior participação e autonomia.


Democracia participativa e directa sem exclusão da representação
Há que encontrar os meios e as formas que levem as pessoas a participar, a melhorar o seu nível de conhecimento, a saber exercer os seus direitos, numa palavra, a ser os sujeitos do seu destino.
Há que criar estruturas em rede que liguem e articulem os diversos agentes interessados na mudança.
Esta tarefa não pode ser deixada, aos que exercem o poder e controlam o Estado, nem apenas aos aparelhos de conquista do poder que são os partidos políticos-cartel, estes actores não representam a generalidade dos cidadãos sérios e honestos, antes servem o poder dominante.
 

Sociedade civil forte e activa
Se queremos encontrar alternativas à actual situação, temos de conseguir que a sociedade gere novas organizações e valores, temos de criar estruturas, formas de manifestação e expressão que interessem a maioria dos cidadãos, fora do actual quadro de poderes manipuladores da opinião pública.
Para passarmos da democracia representativa, mediada pelos interesses económicos e grupos políticos que são a sua expressão, à democracia participativa, para conseguirmos que a maioria das pessoas se motive e trabalhe na procura das soluções que lhe interessam, temos que ir muito além da participação na votação periódica de quatro em quatro anos ou equivalente.

 

Autor: Manuel Martins Guerreiro
Veja o documento na integra

Actualizado em Terça, 09 Novembro 2010 17:54
 

Municípios e o envolvimento do cidadão

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A Public-i trabalha no sector público procurando entregar produtos rentáveis e inovadores os quais asseguram que obtém, através das novas tecnologias, valor democrático e social.

A Public-i, em Inglaterra, já trabalha neste sector há mais de 10 anos, isto significa que os seus clientes trabalham com tecnologia de vanguarda no que diz respeito a eDemocracia e Redes Sociais – significa que a Public-i cria soluções estratégicas que são rentáveis, fáceis de usar e desenhadas para obter resultados.

Como especialistas neste sector, entendemos os constrangimentos e oportunidades apresentadas hoje no sector financeiro. Os constrangimentos financeiros, impostos na actividade de envolvimento do cidadão, ao transitarem do modo off-line para o modo online, permitirão envolver mais pessoas, de modo mais efectivo e com o mesmo orçamento.

E com a estratégia certa, podemos até ajuda-lo a fazer mais por menos.

Ao optar por envolver o cidadão através de através da internet e redes sociais, está a usar a tecnologia para envolver mais pessoas na chamada democracia local e consegue fazê-lo com um investimento mínimo.

Ao adoptar uma estratégia consolidada, pode beneficiar de algumas das mais-valias das redes sociais e da eDemocracia. Ao ligar-se aos seus cidadãos online, fica a par com as preocupações emergentes, podendo responder a estas de modo mais efectivo, antes de as preocupações tomarem a proporção de “problemas”.

Acreditamos que, munidos da estratégia certa, podemos fazer uso da tecnologia para alavancar o envolvimento cívico que ajudará a transformar a nossa sociedade, naquele que é o seu percurso democrático.

Isto é mais do que pensamento positivo!

A Public-i liderou comissões de trabalho, pesquisou, participou em discussões e debates, trabalhou com o sector público nacional e internacional, tendo como objectivo último, testar novas estratégias que permitam envolver o cidadão, através do uso de tecnologia.
Assim sendo, se quiser dar os primeiros passos na estratégia de uso de tecnologia para envolver o cidadão ou adoptar uma estratégia de investimento a longo termo – podemos ajudá-lo!

 

Understanding the value of webcasting

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There is a growing acknowledgement of the fact that we can’t look at online consultation and engagement tools in isolation – we have to think in terms of a single, multichannel engagement strategy that reaches different people using different media.

This means that councils need to bridge the gap between the online and offline worlds and make sure that valuable offline work can be seamlessly communicated online without the need for time consuming write ups or post production.

Connect is designed to help you make that link.

 

Webcasting with Connect not only helps you reach more people, it also helps get more value from the time and money you invest in the meetings and events that are an essential part of any engagement or democratic process.

Rather than just reaching the people in the room you are able to create a permanent and complete record of the event that your citizens can continue to react to and discuss online.

Effective online content that is immediate, authentic and engaging can be time consuming and expensive to create.

By using Connect to webcast your live meetings and events, you can start to take advantage of the power of the social web by creating effective and engaging content without having to spend additional time and money.

As the Public Sector purse strings tighten, there has never been a better time to harness the potential of the social web to connect with your citizens online.

 Catherine Howe

Chief Executive Public-i

Actualizado em Terça, 09 Novembro 2010 17:55
 


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Clientes

  • Comissão Europeia
  • FIL - Feira Internacional de Lisboa
  • Universidade de Lisboa
  • Openland
  • Grupo Algébrica
  • Knowman
  • IST - Instituto Superior Técnico
  • CADIn
  • Associação Nacional de Municípios Portugueses
  • Câmara Municipal de Lisboa
  • (*) Entidades para as quais foram realizados webcasts.

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    Destaques

     Damos hoje a conhecer alguns excertos do estudo realizado pelas Nações Unidas, “E-Government Survey 2010”.


    “The capacity to convey transparency is within the reach of, if not all, most national governments around the world. Moreover, there is growing evidence that the provision of transparency – and the use of  e-government tools to support it – constitutes an approach wherein the initial investments required are  quickly offset by the outcomes generated, such as increased savings and enhanced public trust.
    Third parties can play an important role in the co-provision of services of high public value by deploying technologies in a manner that is Creative and innovative.”


    “Interactive ICT (Information and communications technology) tools have proven to be an effective means for policy makers to identify the needs, demands and preferences of citizens. However, it is not sufficient to simply create of ICT-mediated channels of communication between governments and citizens. It is essential to identify users’ needs, be it for the design of new e-government services or for the allocation of resources. This implies not only creating channels to give a voice to citizens, but also creating the means to listen to the citizens and to provide them with meaningful responses.”

    Poderá consultar o estudo na integra em, United Nations E-Government Survey 2010.

     

     Fonte: United Nations E-Government Survey 2010