Public-i, especialistas em Live Streaming

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Public-i, especialistas em webcasting

O webcast como uma ferramenta de marketing!

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O webcasting é um método bastante eficaz de transmitir conteúdos na internet, sejam eles conteúdos de áudio, vídeo ou ambos combinados. Esta transmissão de conteúdos pode ser “ao vivo”, quando se vê uma transmissão em direto, ou, “a pedido”, quando se vê um conteúdo que já foi gravado anteriormente.

Independentemente do tipo de conteúdos escolhido pelos utilizadores, o potencial oferecido a empresas de marketing é avassalador. Os produtos ou serviços podem ser apresentados na internet com a ajuda destas soluções e os clientes podem subscrever, online, atualizações dos serviços ou produtos. Mais importante ainda, pode ser feito pelo cliente, de forma autónoma e consoante a sua disponibilidade!

A principal vantagem da utilização de webcasts como ferramentas de marketing é o facto de poder ser mais abrangente, quando comparado com as ferramentas tradicionais. O lançamento de determinado produto ou serviço por norma era feito na TV ou na Rádio antes de ser difundida na internet.

À medida que a internet de banda larga se tornou mais comportável financeiramente, o número de utilizadores com acesso a estes conteúdos cresceu exponencialmente. Consequentemente, as empresas conseguem aumentar o seu target e interagir com ele em tempo real. Pode ser usado por qualquer empresa de marketing para atingir um target generalizado ou específico. A tecnologia e custos envolvidos são facilmente comportáveis para empresas de pequena e média dimensão, pelo que também estas podem adotar este tipo de soluções.


Como o software necessário para visualizar webcasts é genérico aos diversos sistemas operativos e plataformas, podemos ter os conteúdos a ser visualizados em smartphones, tablets, portáteis e PC’s.

Se acha que está na altura de dar visibilidade aos seus produtos / serviços  ou eventos , contacte-nos!

Actualizado em Segunda, 24 Setembro 2012 10:31
 

Futurália em números

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Em Março de 2011 a Public-i realizou o webcast do Futurália!

Transmitimos os eventos que se realizaram no auditório principal e o resultado traduzido em números foi de 11.718 visualizações ao vivo.
Os webcasts estiveram disponíveis para visualização em diferido durante 6 meses, tendo-se verificado mais 8.365 visualizações.

Parabéns à FIL pela iniciativa e por conseguir fazer chegar a informação a todos aqueles, que por motivos que nos são alheios, não puderam estar presentes num extraordinário evento!

 

Web 2.0, redes sociais, crowdsourcing

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Web 2.0, redes sociais, crowdsourcing e governo aberto são os novos desafios para a gestão pública

Os principais desafios enfrentados pela gestão pública atualmente estão ligados ao avanço da tecnologia: web 2.0, redes sociais, crowdsourcing e governo aberto. Essa é a opinião de Roberto Agune, coordenador do Grupo de Apoio Técnico à Inovação (Gati) da Secretaria de Gestão Pública do Governo do Estado de São Paulo.

“O governo, assim como qualquer organização, tem que se atualizar ou pode perder a legitimidade e autoridade, colocando em risco a própria democracia”, ressalta Agune, em sua palestra no 20º CNASI – Congresso Latinoamericano de Auditoria de TI, Segurança da Informação e Governança, que acontece até quinta-feira, dia 20, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.
Para vencer esses desafios, Agune aponta a gestão do conhecimento no setor público e iniciativas inovadoras como soluções. “A chance dessas mudanças acontecerem não está só nas mãos dos dirigentes, mas também dos servidores públicos”, afirma. O Metrô de São Paulo, por exemplo, já aproveita a tecnologia incentivando os usuários a enviar um SMS caso presenciem algum furto ou irregularidade. “Esse tipo de ação gera benefício não só para a empresa, mas também em prol da segurança da população que utiliza os seus serviços”, avalia.
Outro exemplo citado por Agune são os aplicativos criados por cidadãos comuns e que são disponibilizados na internet para quem tiver interesse em usufruir daquela ferramenta. “Esse tipo de realidade que estamos vivenciando será num futuro próximo conhecido como economia criativa”, destaca.
De acordo com Agune, a inovação foi um risco, hoje é uma oportunidade e será uma necessidade amanhã. “Nos dias atuais, a sociedade tem acesso a informação, conhecimento e quer ajudar e os governos que se prepararem para isso serão mais bem sucedidos”, finaliza.
Actualizado em Sexta, 21 Outubro 2011 14:25
 

Tratado de Lisboa

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"Tratado de Lisboa: Investigadora defende lei que concretize em diploma a democracia participativa"

O artigo 11º do Tratado de Lisboa 'introduz as normas de democracia participativa', mas 'nunca houve uma cobertura legal' dessas práticas, afirmou à Lusa Joana Mendes, investigadora no Centro de Estudos de Direito e Governação Europeia da Universidade de Amesterdão.

Foi pela 'primeira vez assumido num documento jurídico com o estatuto que o Tratado de Lisboa tem' que a democracia participativa constitui 'um dos pilares da democracia da União Europeia (UE), disse em declarações à Agência Lusa em Macau.

Por isso, o artigo 'implica uma série de reformas' que podem abranger a criação de direitos efetivos de participação que não existem enquanto tal no âmbito do procedimento da adoção de regulamentos administrativos.

O artigo 11º “tem muito de retórico. Independentemente das diferenças, as instituições devem assegurar amplas consultas, oportunidades de diálogo para os cidadãos manifestarem os seus interesses e as suas opiniões', disse, questionando a diferença entre os termos usados: 'Tudo isto é muito vago'.

As práticas da Comissão Europeia “são deficientes em muitos aspetos', afirmou a docente, para quem os prazos de consulta 'nem sempre são adequados', pois 'a Comissão consulta única e exclusivamente quando decide ser oportuno consultar', o que faz com que 'não hajaqualquer tipo de garantia de participação'.

Embora reconheça que 'uma regulamentação legal de oportunidades de participação tem custos' e que não se pode pretender que cada cidadão ouvido tenha uma resposta individual, a investigadora defende um 'equilíbrio' entre as exigências da democracia e a eficácia dos processos decisórios.

Joana Mendes critica a falta de “controlo” do processo, embora admita que 'há uma série enorme de possibilidades fora dos mecanismos legais' que permitem a participação, como a página eletrónica “your voice in Europe”.

'Sem uma intervenção da lei, as falhas que existem continuarão, porque vão continuar a ser práticas determinadas pelas necessidades da própria Comissão', cujos processos de consulta 'nunca são conduzidos com o intuito de dar voz aos cidadãos', apesar de existir uma'retórica' nesse sentido.

Uma legislação que regulamente a participação dos cidadãos vai obrigar a “uma universalidade” em que “determinadas práticas sejam seguidas independentemente da conveniência da Comissão'.

No entanto, Joana Mendes, que fez uma palestra inserida na Cátedra Jean Monnet da Universidade de Macau, admite que os mecanismos legais podem ser 'abusados' ou 'usados para bloquear os procedimentos de decisão'.

Fonte: http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=55690

Actualizado em Segunda, 07 Novembro 2011 17:23
 

Cidadania 2.0 - edição de 2011

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A FAS Sistemas de Informação patrocina o webcast do Cidadania 2.0.

O webcast será realizando usando o sistema Public-i.

Acompanhe o webcast em
http://www.fas.citizenscape.net/core/portal/webcast_interactive/64428
Actualizado em Sexta, 21 Outubro 2011 14:24
 


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Clientes

  • Comissão Europeia
  • FIL - Feira Internacional de Lisboa
  • Universidade de Lisboa
  • Openland
  • Grupo Algébrica
  • Knowman
  • IST - Instituto Superior Técnico
  • CADIn
  • Associação Nacional de Municípios Portugueses
  • Câmara Municipal de Lisboa
  • (*) Entidades para as quais foram realizados webcasts.

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    Destaques

    A Public-i vai conduzir o webcast da Conferência de imprensa da Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional em http://www.fas.citizenscape.net/core/portal/home
    A conferência tem início previsto para as 11 horas.